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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Libertação da flor

                                                                             











Libertação.

Na solidão da alma, na quietude do sofrer desencantos, somos tal qual semente que emerge do sulco da terra, a abrir-se em dor, libertária da flor.

Se o mundo é desencanto,
não haverá ninguém melhor do que ela, flor,
a recompor perdido encanto.

Somos a flor, a semente, primeiro,
que rompe o solo, chão duro ou macio,
da vida entrelaçada, com a dor e o amor.

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Juiz de Fora, 25 de setembro de 2010.
Evaldo de Paula Moreira
Poesia de Amor










sábado, 4 de abril de 2015

O tempo que passa...













O sempre: o ontem, o hoje, o amanhã.

Está feita a historia, que se passa calada, soterrada no tempo, porque o ontem já passou.
O agora está a acontecer para ser o ontem do amanhã.
Em qualquer momento podemos escavar na memória, mas o que passou, passou. A imaginação voa em asas que se abrem e se fecham para construir o porvir. Leva desejos, vontades e constrói saudades. Algumas vontades se materializam, outras ficam apenas armazenadas na memória. O coração e os olhos servem para nos alegrar ou entristecer. Então se faz importante viver intensamente cada instante, da melhor maneira possível, pois o amanhã será um componente da esperança que se renova a cada dia. O passado deixa saudades ou tão somente lembranças diversas, alicerces para tecer a expectativa do que virá.

Juiz de Fora, 04 de abril de 2012.
Evaldo de Paula Moreira
Reflexões